Quando tudo leva a crer que os empreendimentos turísticos em Nobres possam ganhar alento a partir da internacionalização do Aeroporto Marechal Rondon, no âmbito do município o setor experimenta declínio financeiro.
Os preços altos cobrados para o day use ou mesmo para o ingresso no atrativo acabam espantando o turista, os que vem de fora do município e muito mais, os reflexos são extensivos aos visitantes caseiros.
Conforme o turista que veio de Cuiabá, do bairro Duque de Caxias, Paulo Roberto D’Ávila, os preços estão salgados e inviáveis a muitos que querem conhecer Nobres.
A necessidade de reciclagem do pessoal do trade turístico e uma avaliação completa do cenário para os aborígenes, talvez seja uma alternativa, senão viável, mas aquela que seja possível e conciliadora.
Junte-se a esse cenário, um setor governista cujos resultados no turismo são pífios, onde nem mesmo a feira gastronômica não se conseguir desempacar. A Secretaria Municipal de Turismo é a mais uma nota dissonante nesse governo bastante “trásparente” que, felizmente, está chegando ao fim.
Nobres vai precisar muito mais que a implantação de uma dinâmica atrativa para atrair o turismo com preços acessíveis e capazes de resgatar os melhores dias da atividade nos dias de hoje, conforme constatado em vários locais de visitação.
Não bastasse isso, nos últimos mais de sete anos, a promessa de reabertura da Lagoa Azul, a cereja do bolo no turismo, emperrou por falta de vontade política do Governo do Estado, Prefeitura e quem mais se incluir nesse marasmo.
E lá se vão oito anos e o mencionado (com todas as letras) teleférico que levaria os turistas para o Morro do Vai-Quem-Quer ficou no trajeto das promessas não cumpridas.
E assim, a atividade turística está, como se diria no linguajar popular, tendo que matar um leão a cada dia.
















