Situação de insustentabilidade do secretário de Saúde de Nobres chega ao Parlamento municipal

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O cenário é o pior possível por conta da claudicante gestão do secretário municipal de Saúde de Nobres, Itamar Bonfim. Enquanto as reclamações partiam dos munícipes, eram rechaçadas pelo próprio secretário, conforme checagem com uma alta patente governista.

O munícipe reclamava da falta de medicamentos no posto central de saúde e era desmentido pelo secretário que dizia ter medicamento. Imediatamente ao desmentido, o posto era reabastecido, conforme um munícipe que não quis se identificar.

Os reclames sob a ausência de medicamentos de baixíssimo custo ecoam desde o ano passado, no caso daqueles medicamentos que só enganam e são de ineficácia comprovada, casos de Metformina e Glibencamida. Medicamentos não encontráveis com regularidade no Posto de Saúde Central.

Enquanto isso, carros públicos são vistos em comboio pela cidade para intimidar munícipes sobre uma inventada qualidade de vida a partir de guias de sarjetas para onde são despejadas águas servidas.

Mas, no sistema público de saúde, funcionários já foram esculachados por falta de carro para transportar pacientes, até os que fazem hemodiálise, intervenção obrigatória em pacientes renais crônicos. Obviamente, não é um caso repetido, mas sobrou para quem controla esse vai e vem para a “empurroterapia” na capital, onde há especialidades de média e alta complexidade.

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Em suma, faltam carros quando mais se precisa e pelo potencial de fama com que chegou em Nobres, infelizmente, o secretário Itamar Bonfim ainda não convenceu.

PARLAMENTO NA CONTRAMÃO

E o secretário já não consegue agradar nem mesmo a base aliada do Governo na Câmara dos Vereadores, onde o vereador e presidente da Casa, Flávio Rondon (PP), perdeu a paciência e sugeriu que o secretário voltasse pra onde ou de onde veio.

E olha que o presidente Flávio Rondon tem sido o ponto de equilíbrio na relação entre oposição e governo, mediando as questões para que a administração não seja massacrada por uma oposição incansável e sempre contundente.

O secretário Itamar Bonfim entrou em rota de colisão com os parlamentares por conta da falta de diálogo e de uma postura dúbia, onde bate e assopra, principalmente em relação ao hospital que presta serviços ao município, o Laura de Vicuña.

Ainda na sua chegada, com algumas imposições, Itamar Bonfim já foi colocando uma pessoa da sua confiança dentro do hospital privado e teve a sua pretensão barrada. Logo, a saída foi essa sua aliada de primeira hora passar a ser remunerada através da Oscip, conforme informações que vasam de dentro do próprio governo.

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Depois, uma nova imposição teria sido a contratação de um médico, amigo do secretário, para exercer suas atividades no hospital privado. A negativa, mais uma, foi considerada uma ofensa pelo secretário que passou a ver o hospital com reservas e com a propriedade de quem está podendo à frente da pasta.

Infelizmente, enquanto secretário municipal, Itamar Bonfim não conquistou e não teve um único voto, chegando depois que a batalha já havia terminado.

Seria redundante, afirmar que quando não se tem voto, alguém tem que fazer por merecer o cargo, fato que infelizmente não vem ocorrendo com o atual secretário de Saúde de Nobres, Itamar Bonfim.

De tão questionado que já se ouve pelos locais de grande burburinho que Marcos (Cheba) Albuquerque seria a saída mais viável e aceitável para conter a fúria da população ante a falta de medicamentos e diante de todo esse descaso que relatamos e que, de fato, vem ocorrendo em Nobres.

 

 

 

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