Desgastes alertam para situação nas pontes entre Cuiabá e Varzea Grande

publicidade

Pontes Júlio Muller e Juscelino Kubitschek (JK), que ficam na divisa entre os municípios de Cuiabá e Várzea Grande, apresentam problemas estruturais que podem comprometer a mobilidade e a integridade física das pessoas. Alguns dos problemas apresentados podem ser observados a ‘olho nu’ como rachaduras no asfalto, guarda-corpo danificado e ausência de linearidade, falta de vazão para escoamento de água, fissuras e algumas depressões.

Engenheiro e conselheiro do Conselho Regional de Engenharia de Mato Grosso, André Luis Schuring, acompanhou a reportagem de A Gazeta na ponte Júlio Muller, localizada no bairro Porto, e constatou sinais visíveis, que significam indício de que a ponte está com problemas. “O guarda-corpo está com peça já em estado de desagregação e criou algumas fissuras que permitem que a água adentre na armadura, e essa armadura começou a enferrujar, o que faz com que a armadura expulse o concreto, passando a não ter muita resistência. Então há uma necessidade de ser reformado. Outro problema é a água que empossa por falta de vazão. A drenagem está entupida, e é necessário fazer buzinotes na parte de baixo, para ajudar no escoamento, porém esses buzinotes foram feitos na parte de cima, isso precisa ser melhorado”.

Leia Também:  Ananias vê Bolsonaro como única alternativa em 2026; 'nós não vamos desistir'

Explica que existem ainda, algumas depressões no próprio leito carroçável. “É sinal de que o tabuleiro, onde ocorre a passagem de veículos, começou a ter problemas de rachaduras, principalmente nas juntas, que também apresentam dilatações entre o espaçamento das juntas. Há ainda, sinuosidades que demostram que o pavimento não está aguentando”.    Assim como na ponte Júlio Muller, a ponte JK, na Rodovia dos Imigrantes (BR-070), também não está sendo mantida dentro dos padrões e dos conceitos de manutenção. O guarda-corpo também está danificado, e em um lado da pista aparenta infiltrações, e em comparação com o lado oposto, há maiores vibrações durante a passagem dos veículos. Além de apresentar problemas no pavimento.

Com estrutura envelhecida, André explica que as pontes, no contexto geral, sofrem desgastes com o tempo e com as ações naturais ou mesmo ocasionados por acidentes de trânsito, e é necessário que passem por monitoramento por equipe técnica específica.

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

Previous slide
Next slide

publicidade

Previous slide
Next slide