Reunião tratou de avanços no GEO e regularização fundiária do P.A. COQUEIRAL KEBÓ
Nesta semana, a vereadora Zilmai Ferreira de Jesus (PL), representantes de associações locais e da COOPERMACQ se reuniram com técnicos ligados ao Governo Federal para avançar nas tratativas referentes ao processo de georreferenciamento (GEO) e regularização fundiária do Projeto de Assentamento (P.A.COQUEIRAL KEBÓ).
Participaram da reunião o ex-diretor do RADIS, Ronilton, e Milton, novo contratado do Governo Federal, representando o secretário executivo do Ministério da Agricultura Irajá de Resende Lacerda, além das lideranças da ASSOTUR, APROFASF, COOPERMACQ
O encontro teve como principal objetivo alinhar estratégias para garantir maior agilidade e transparência no processo de regularização das áreas dos assentados. Uma nova reunião foi proposta para a próxima semana, desta vez com a presença da equipe do prefeito e do INTERMAT (Instituto de Terras do Mato Grosso). Caso não haja participação do município, o Governo Federal dará seguimento à regularização de forma independente.
A vereadora Zilmai reafirmou seu compromisso com os assentados do P. A. Coqueiral Kebó

“Estamos buscando, junto às instituições e às lideranças locais, garantir que cada família tenha seu direito à terra reconhecido. A regularização é essencial para que os produtores tenham acesso às políticas públicas, crédito e dignidade no campo”, declarou a parlamentar.
Durante o encontro, os representantes federais também se comprometeram a manter os assentados informados sobre o andamento do processo e a prestar auxílio na emissão e atualização de documentos essenciais, como CAF (Cadastro Nacional da Agricultura Familiar), CAR (Cadastro Ambiental Rural), APF (Autorização de Porte e Uso de Fogo), entre outros.
Foi reforçada a orientação para que os assentados — tanto os já homologados quanto os que ainda não estão — realizem atualização cadastral no CRAS Social, e comecem a juntada de notas fiscais de compras agropecuárias, como vacinas e gado. É necessário comprovar pelo menos um ano e um dia de permanência no lote para validar o processo.
O esforço conjunto entre governo, vereadores, associações e a cooperativa representa um passo importante na construção de um campo mais justo, legalizado e produtivo.










