Evento festivo em Bom Jardim foi um sucesso. Quem torceu contra, perdeu a chance de apoiar um acontecimento marcante

publicidade

Quem diria, o segundo dia do tão divulgado Festival do Milho foi retumbante, com muita gente apoiando o grande acontecimento realizado por uma elite que domina os arraiais daquela localidade, onde predomina a ganância, a sede de poder e um pretenso caciquismo que parece determinar desejos camuflados.

Por trás desse sucesso, esconde uma difícil realidade, uma vontade absurda de mostrar um lugarejo onde o desejo de poder está escancarado e aqueles que fingem não ver, talvez seja por medo de represálias dos caciques da localidade.

O sucesso do Festival do Milho não foi o suficiente para esconder o real estado de conservação da MT-241, completamente esburacada e causadora de enormes transtornos para os visitantes. Ao menos uma dezena de veículos sofreram avarias no trecho que demanda à localidade de Bom Jardim.

Por si só, isso já seria de dar vergonha ao mais inconvincente dos mortais. Uma cúpula tentando vender gato como sendo lebre, com um “inescondível” interesse em lucrar com as pousadas lotadas. O outro lado dessa proposta, de pintar uma localidade bem sucedida, está na preocupação de investir em uma farsa onde nem o milho é da região… é produto importado.

Leia Também:  11 corpos são encontrados em cemitério clandestino em Lucas

Infelizmente, teve até visitante que foi parar no hospital por conta de incidente na pista, onde vários carros ficaram pelo caminho, sem que a organização tivesse a coragem de lembrar, antecipadamente, que seria preciso dirigir com cuidado.

Bom Jardim e Roda D’Água enfrenta problemas sociais e econômicos graves e uma meia dúzia admirando o próprio umbigo, com a pretensão de mostrar que o turismo se faz com perfeição. E, damos graças a Deus pela coragem e dedicação da Subprefeitura que agora tem olhado por um lado que aquela meia dúzia nunca vê, a limpeza de um lixão cuja imagem era contundente. Não fosse o desprezo com que os soberanos de Bom Jardim tratam os “primos pobres” da Roda D’Água.

O Festival do Milho nada mais é que um grande projeto de poder que uma meia dúzia não faz questão de esconder, que é desligar-se de Nobres e dar uma banana para o poder central.

Por vezes, alguns tiros saem pela culatra e os ídolos de pés-de-barro trombam com o muro da realidade. Mas, também, pra que facilitar para os visitantes e para o povo que sobrevive sem futebol, sem turismo, sem nenhum esporte, salvo o papel retumbante de trabalhar, trabalhar e trabalhar para alimentar a elite sequiosa de poder.

Leia Também:  Câmara de Nobres convoca vereadores para 8ª Sessão Ordinária

Registre-se, o sucesso do evento e esqueçamos os problemas enfrentados por aqueles que ficaram pelo caminho. Afinal, é melhor festejar que chorar pelo leite que derramado.

 

 

 

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

Previous slide
Next slide

publicidade

Previous slide
Next slide