Próximo dos três meses sem receber, servidores do hospital conveniado vivem dias de penúria
O município de Nobres vive um drama digno dos dias mais ardilosos de uma trama com requintes de perversidade. Aos olhos do povo, uma imagem de gestão bem sucedida, caminhando para mais de três meses de uma dinâmica administrativa incomparável.
Nos mercadinhos, no comércio em geral, os funcionários do hospital estão na condição de inadimplentes, devendo, mesmo trabalhando e sem receber pelo serviço que presta, cada um e todos.
Pressionado, o prefeito Zé Domingos, saiu-se com uma jogada digna de um grande articulista. Reuniu a imprensa chapa branca e a direção do hospital para comunicar, com palavras próprias, que o contrato seria assinado até o fim do exercício.
Longe das imagens cinematográficas dos 100 dias, a realidade é bem diferente e o tratamento inclui algumas situações com desfecho maquiavélico. Ou seja, esse é o remédio que tenho a oferecer, se quiser… beba-o de um único gole.
E o pior, nessa trama está inclusa a não presença do médico cirurgião José Carlos da Silva, considerado adversário político do atual prefeito de Nobres.
Mas, o que tem a ver o hospital e os seus profissionais que não conseguem receber os seus pagamentos pelos serviços diários e mensais prestado ao povo.
A questão já ultrapassou a barreira da paciência e do equilíbrio das pessoas, tidas como mal pagadoras junto ao comércio local.
O ex-prefeito Leocir Hanel carregará esse peso por muito tempo, pelo produto que colocou à disposição do eleitorado deste município.
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