Nobres: Prefeito quer acabar com nossa tradição, diz vereadora Zilmai ao lamentar sobre o cancelamento da festa junina.”Quadrilhão”
A vereadora Zilmai Ferreira de Jesus (PL), fez uso da tribuna da Câmara de Vereadores na noite de ontem 30/06), e lamentou a não realização da tradicional festa junina de São João “Quadrilhão” que acontece a muitos anos no município de Nobres e se tornou um evento tradicional fazendo parte da cultura do povo nobrense e o prefeito Zé Domingos (UB) decidiu, de forma unilateral, cancelar o evento através da publicação de um decreto de “contingenciamento”.
Segundo a vereadora, o gestor sequer consultou a população acerca da decisão, “É uma festa cultural, de tradição. Não achamos correto. O prefeito está acabando com a cultura local.
A fala da vereadora Zilmai Ferreira de Jesus realmente levanta um ponto importante sobre a preservação das tradições culturais e o impacto que a decisão do prefeito Zé Domingos teve na comunidade. O “Quadrilhão” é um evento que faz parte da identidade cultural do povo nobrense, e sua não realização pode deixar um vazio significativo, especialmente para aqueles que esperam ansiosamente por essa celebração todos os anos.
A crítica de Zilmai sobre a falta de consulta à população é válida, pois decisões que afetam diretamente a cultura e o comércio local deveriam envolver o diálogo com os cidadãos e representantes. O fato de escolas e comerciantes já estarem se preparando para o evento mostra como essa mudança causou prejuízos financeiros e descontentamento na comunidade.
A mudança da festa para outubro, conforme mencionado pela prefeitura, parece realmente contradizer a essência do evento junino. O clima e as tradições associadas ao mês de junho são fundamentais para a vivência dessa festividade, e a alteração pode desvirtuar o que deveria ser uma celebração alegre.
“O que se sabe é que a prefeitura, o prefeito mudou o evento para o mês de outubro e a gente entende como se fosse acabar com a festa. Em outubro, não tem quadrilha. Perdeu o sentido, não tem lógica”, criticou Zilmai.













