O vídeo provocou debates e dúvidas nas redes sociais e na cidade, que tem pouco mais de 5 mil habitantes.
Um vídeo que mostra o padre Luciano Braga Simplício, da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, com a noiva de um fiel em uma casa paroquial de Nova Maringá, a 392 km de Cuiabá, provocou debates e dúvidas nas redes sociais e na cidade, que tem pouco mais de 5 mil habitantes.
Conforme o documento, os padres do rito latino são proibidos de manter relações afetivas ou sexuais. A violação desse compromisso é considerada uma infração grave, que pode afetar a credibilidade do sacerdote e o testemunho da igreja diante da comunidade.
Em casos públicos, como o registrado no vídeo, o Código prevê medidas disciplinares que vão desde uma advertência formal até a suspensão das funções clericais. Em situações mais graves ou reincidentes, a penalidade pode incluir a redução ao estado laical, quando o sacerdote deixa oficialmente de exercer o ministério.
A investigação e a aplicação das sanções cabem ao bispo diocesano, que avalia se o caso pode ser resolvido localmente ou se deve ser encaminhado à Congregação para o Clero, no Vaticano. Em nota, a Diocese de Diamantino (MT), responsável pela comunidade onde o padre atua, informou que iniciou, nesta terça-feira (14), uma investigação sobre a conduta dele.
Além das medidas disciplinares, a igreja também busca acompanhar o clérigo e a comunidade afetada, com o objetivo de reparar o escândalo e restaurar a confiança da comunidade. No entanto, tudo dependerá da comprovação dos fatos, das circunstâncias, como consentimento, gravidade e eventual repetição, além do julgamento eclesiástico.
O Tribunal Eclesiástico Interdiocesano não quis se manifestar e informou que, casos como esse, são avaliados em “segredo de ofício”.
Algumas fotos da noiva que se envolveu com o Padre, seu nome não foi divulgado


















